O sindicalismo rural brasileiro na política externa: narrativas e oportunidades de incidência política desenvolvidas pela Contag

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36920/esa31-2_09

Palavras-chave:

política externa brasileira, Contag, OMC, FAO

Resumo

Ao longo dos anos 2000, as políticas públicas brasileiras experienciaram a abertura para a participação social. A política externa, comumente isolada dos debates internos, também foi influenciada por esse processo, passando a contar com o envolvimento de movimentos sociais rurais em algumas agendas, como foi o caso da agenda internacional da agricultura familiar. Neste artigo, a participação da Contag na política externa brasileira foi analisada a partir das narrativas políticas desenvolvidas pela Organização, bem como pelas oportunidades políticas construídas em duas arenas internacionais: OMC e FAO. Além de informar detalhes sobre a participação da Confederação nos debates de política externa, o artigo analisou as convergências e divergências de participação da Contag nos dois organismos internacionais citados.

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Biografia do Autor

Juliana R. Luiz, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Doutorado em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP/UERJ).
juluiz@gmail.com
https://orcid.org/0000-0001-8738-4665
http://lattes.cnpq.br/1145314558945942

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Publicado

27-11-2023

Edição

Seção

Seção Temática “Sindicalismo de Trabalhadores(as) rurais no Brasil: transformações, permanências e os 60 anos da Contag”, organizada por Marco Antonio Teixeira (Universität Heidelberg, Alemanha) e Priscila Delgado (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)