Estudos Sociedade e Agricultura https://revistaesa.com/ojs/index.php/esa <p style="text-align: justify;"><strong>ISSN @ 2526-7752</strong><br />Estudos Sociedade e Agricultura é uma publicação do <a href="http://institucional.ufrrj.br/portalcpda/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade</a> da <a href="http://portal.ufrrj.br/" target="_blank" rel="noopener">Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro</a> (CPDA/UFRRJ) dedicada ao estudo do mundo rural com a missão de divulgar pesquisas e reflexões sobre este tema e suas transformações sob a ótica das Ciências Sociais e promover o intercâmbio de conhecimento científico e acadêmico nacional e internacional.</p> Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/UFRRJ) pt-BR Estudos Sociedade e Agricultura 2526-7752 <p><a name="licenca"></a>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br>a) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt" target="_blank" rel="noopener">Licença Creative Commons Attribution</a><a name="licenca"></a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.<br><br>b) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>c) Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_blank" rel="noopener">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> Terra, Estado e movimentos: declínio da reforma agrária a partir de uma etnografia na Amazônia Oriental https://revistaesa.com/ojs/index.php/esa/article/view/esa30-2_01 <p>A partir de uma cena que materializa a relação de cooperação e conflito que <em>movimentos</em> e ‘Estado’ mantiveram durante décadas para a implementação da reforma agrária, o artigo investiga como esta entrou em declínio no sul e sudeste paraense. Para isso, retoma as classificações locais dos períodos da luta pela terra feitas pelos atores da mobilização, descrevendo especialmente o que alguns chamam de <em>fragilização.</em> O desmonte das políticas e das agências estatais responsáveis pela questão agrária, intensificado desde 2016, provocou um rompimento nessa relação. Com isso, as demandas dos <em>movimentos</em> se tornaram menos audíveis. A etnografia aponta, no entanto, que o declínio da reforma agrária passa não só pela impermeabilidade do ‘Estado’, mas, dada a queda contínua do número de ocupações, pelas dificuldades dos próprios <em>movimentos</em> em comporem coletivos que vocalizem reivindicações. Isso exige levar em consideração os impedimentos colocados pelo cotidiano atual de incerteza e sofrimento em muitas ocupações.</p> <p>elocation-id: e2230201<br />Recebido: 17.fev.2022 <strong> • </strong>Aceito: 20.jun.2022 <strong> • </strong>Publicado: 7.jul.2022<br />Artigo original / Revisão por pares cega<strong> /</strong> Acesso aberto</p> Igor Rolemberg Copyright (c) 2022 Igor Rolemberg https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-07-07 2022-07-07 30 2 e2230201 e2230201 10.36920/esa-v30-2_01 Da reprodução social da unidade familiar camponesa: um estudo de caso no vale do Tocantins https://revistaesa.com/ojs/index.php/esa/article/view/esa30-2_02 <p>Este artigo discute os resultados de pesquisa empírica sobre uma unidade familiar camponesa localizada no norte do estado do Tocantins. O trabalho situa essa unidade familiar no contexto das regiões de expansão da produção de soja em monocultura, além de enfatizar de que maneira a reprodução social do grupo decorre de sua capacidade de mobilizar os recursos naturais renováveis disponíveis na área, bem como dos resultados do trabalho do grupo familiar. O grupo familiar constrói relações econômicas diversas, ligadas às trocas de mercado, assim como a outras formas de integração econômica fundadas em relações de domesticidade e reciprocidade (POLANYI, 2012). O texto destaca a capacidade que o grupo tem de fazer uso de técnicas de produção e reprodução simultaneamente singelas e sofisticadas, como o cultivo de quintais produtivos com notável biodiversidade, as quais, em conjunto, asseguram a sua permanência mesmo diante das condições de dificuldade.<br /><br />elocation-id: e2230202<br />Recebido: 7.dez.2021 <strong> • </strong>Aceito: 19.jul.2022 <strong> • </strong>Publicado: 4.ago.2022<br />Artigo original / Revisão por pares cega<strong> /</strong> Acesso aberto</p> Dernival Venâncio Ramos Júnior Harley Silva Copyright (c) 2022 Dernival Venâncio Ramos Júnior , Harley Silva https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-08-04 2022-08-04 30 2 e2230202 e2230202 10.36920/esa-v30-2_02 Aqui todo mundo é parente: memória, família e distinção em comunidades camponesas no Norte de Minas Gerais https://revistaesa.com/ojs/index.php/esa/article/view/esa30-2_03 <p>Este texto tem como objetivo refletir sobre as marcações distintivas entre famílias em comunidades camponesas no semiárido do Norte de Minas Gerais. Para tanto, são analisadas as histórias de fundação das comunidades contadas pelos descendentes dos fundadores e das fundadoras e por outros moradores. Essas histórias de fundação acionam as memórias das genealogias das famílias. A partir das histórias de fundação das comunidades e da rememoração da descendência, distingue-se diferentes povos, gentes, nação, embora, em uma primeira aproximação, se diga que todo mundo é parente ou que é tudo uma família só. O coração da pesquisa empírica foi um punhado de pequenas comunidades camponesas situadas no Vale do Peruaçu, no Norte de Minas Gerais, em especial no município de Januária. O material empírico foi produzido entre os anos 2013 e 2015. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa parcialmente apresentada neste texto consistiu em uma etnografia. Indica-se que as memórias narradas apresentam demarcações entre as gentes do lugar e nos contam sobre a heterogeneidade das condições de reprodução social dessas famílias. No ato de contar são feitas atualizações de um conjunto de elementos que invocam proximidade e distanciamento.<br /><br />elocation-id: e2230203<br />Recebido: 18.abr.2022 <strong> • </strong>Aceito: 31.ago.2022 <strong> • </strong>Publicado: 6.set.2022<br />Artigo original / Revisão por pares cega<strong> /</strong> Acesso aberto</p> Roberta Novaes Copyright (c) 2022 Roberta Novaes https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2022-09-06 2022-09-06 30 2 e2230203 e2230203 10.36920/esa-v30-2_03