Quando um não quer, dois não negociam: atuação da FETRAF-RS em governos de direita (2016-2022)
DOI:
https://doi.org/10.36920/esa33-1_04Palavras-chave:
Sindicalismo, Agricultura Familiar, FETRAF-RS, Estado, RepertóriosResumo
Este artigo investiga o repertório de ações da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar do estado do Rio Grande do Sul (FETRAF-RS) diante do Estado entre 2016 e 2022, que recorta a ascensão da direita ao governo federal. Analisam-se as mudanças ocasionadas a partir do Golpe de 2016, bem como o repertório apresentado pela FETRAF-RS neste novo contexto, apontando a crise enfrentada por este sindicalismo da agricultura familiar frente a governos de direita. Articula-se os referenciais teórico-metodológicos de Antonio Gramsci, Nicos Poulantzas e Charles Tilly, juntamente com ferramentas de pesquisa qualitativa. As fontes são 13 entrevistas semiestruturadas com representantes deste sindicalismo; resoluções congressuais da FETRAF; divulgação de suas ações no perfil da Federação na rede social Facebook. Os repertórios utilizados no período foram diversos, mas predominou a tentativa do sindicalismo de negociar com o Estado, mesmo que este não abrisse canal nenhum de diálogo.
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