¿Quién habita en el campo? Reflexiones sobre residencia, género y trabajo en Santa Fe
DOI:
https://doi.org/10.36920/esa33-1_11Palavras-chave:
Residencia, Género, TrabajoResumo
La provincia de Santa Fe –Argentina- integra una extensa llanura con diferentes condiciones agroecológicas, demográficas y socioeconómicas configurando tres regiones: norte, centro y sur. La Segunda Revolución Verde modificó el espacio productivo y social. En este artículo, continuando con líneas de investigación sobre los cambios en la estructura social agraria santafesina, construiremos una imagen de la población que habita y trabaja en el espacio rural santafesino. El abordaje metodológico incorpora la perspectiva de género para analizar los datos de los Censos Nacionales Agropecuarios 2002 y 2018 en diálogo con fuentes cualitativas -historias de vida de trabajadorxs y entrevistas en profundidad a informantes calificadxs e integrantes de familias productoras-. Los datos sobre residencia, género y trabajo de los CNA son insuficientes y difíciles de comparar entre intervalos dado que se tomaron de manera no homogénea en el tiempo. La información obtenida consolida la imagen de un agro con rasgos cada vez más empresariales, con un mayor peso del trabajo asalariado masculino y una profundización de relaciones capitalistas en el agro santafesino en desmedro de otras formas de producción.
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